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Quinta-feira, 30 de Novembro de 2006
If I...

Se eu te disser tudo o que vi

Se eu te disser tudo o que sei

Se eu te for sempre conhecida

Se eu te contar tudo o que ouvi

Se eu te repetir o que contei

Se eu te contar o que sei da vida

Se eu te sussurrar como sou

Se eu te ensinar tudo meu

Se eu te mostrar como corro

Saberás sempre onde vou

Verás que sou um capricho teu

Saberás tudo de mim e eu morro.

sinto-me:
publicado por Die_Young às 20:21
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Sexta-feira, 17 de Novembro de 2006
Erro

Não sei em concreto em que erro.
Talvez o erro, em concreto, seja eu...
Ao teu olhar, eu os meus erros desterro,
E culpo-te de tudo, quando o erro foi só meu.

 

Desculpa...pelas palavras não sinceras,
Não sei porque as digo, não te sei explicar,
Só sei que de mim, mesmo quando não o esperas,
Perante a minha imperfeiçao, só te sei amar.

publicado por Die_Young às 22:55
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Quarta-feira, 15 de Novembro de 2006
Obsession

Se tudo o que és deixasse

Exilava quem nao deixo

Negaria o teu valor

A tua felicidade

Faria um mundo para seres

o que não és de verdade.

 

Só assim desvanecia

todo o mau sentimento

O todo que me apodrece

E se ilusão parecer

Que não sinta a tua perda

Que esta seja real e que te veja morrer.

publicado por Die_Young às 20:54
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Quinta-feira, 9 de Novembro de 2006
Reflexão última

Vive como se cada momento

Palavra, gesto, ou pensamento

Fossem os últimos.

E pensa como viverias se vivesses a viver

A cada um deles, o último instante?

Nunca dirias olá a ninguém,

Porque essa poderia ser a tua última palavra,

E olá não é boa despedida.

 

Não serias senão reflexão constante,

Interna mental e filosófica,

E inteligente e rebuscada,

E profunda e para nada.

 

Não, não podes viver cada momento como o último.

Não podes porque o último é só um,

E não a multiplicidade com que o queres.

E não podes também porque nesse último

Não vives, e não és senão sombra e passagem,

Etérea entre o que és e o que não és,

E entre o fim e a tendência para o infinito.

 

E antes desse último o que tens?

Outro último, ultimamente proximo,

O último antes desse em que não és,

E antes desse outro e outro e outro,

Sucessivamente últimos,

E sendo a tua vida, o todo do que és,

Composta pelos últimos estáticos em que não és,

E sem tempo, nem correr, nem nada que não estático.

 

E mais triste que não viver como o último momento,

Que afinal acontece a todos dos que vivem,

E não ser, não viver, senão parado em cada quadro,

O que é lei para toda a existência,

É estar parado no etéreo entre quadros,

A dor condensada no fotograma insensível,

A dor de existir sem se saber porquê,

E sem saber realmente se se sabe se se existe.

 

E saber que se não existir melhor:

Não passo dum sonho sonhado,

Quem sabe, talvez acordado,

Por quem não sonha sequer.

publicado por Pedro Leitão às 18:58
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