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Sábado, 22 de Setembro de 2007
Ciclo Estagnado

Singela e latina,
É a luz coimbrâ.
Ao dobrar de cada esquina,
Entres hoje e amanhã.
Que os que ouviram fascina,
Talvez por ser tao sã.

 

Luz,
Que seduz
Cada ninfa que flutua
Em águas mil do Mondego
Cada, maravilhada, passa
E canta até à foz o que sentiu.
Em cada terra escaça,
Em cada beco, largo ou rua
A luz que em ti viu.

 

Ah, mas "mudam-se os tempos,
Mudam-se as vontades".
E com os ventos,
Chegam as verdades.

 

Ah, mas porquê?
Porquê em outras terras
Que até o destino em foz marcou,
E nenhuma ninfa assim se pronunciou
A tua, Mondego,
Estagnou?

 

Luz...
Que reduz.
Sei que ainda brilhas
Como na tua mocidade.
(Talvez as ninfas já não flutuem...
Talvez o Mondego já não corra...
Talvez os leitos mudem...
E assim, Coimbra morra.)
Certo, o é, que quem ninfas ouviu
Já não se intresse pela tua qualidade
Coimbra, basófias da sociedade
Fica nua...Se despiu...
Já nem tu, luz da Via Latina
Salva Coimbra desta sina.

 

 

Luz...

 

Que reduz...

Pela cabra matutina
Outra aí vem, te ilumina...

publicado por Amor(com)Bateador às 20:42
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2 comentários:
De estreladosul a 20 de Fevereiro de 2008 às 00:31


Um lindo poema para uma linda cidade.
Adorei, amiguinho

Uma optima semana

Abraço amigo

Mario Rodrigues
De estreladosul a 8 de Março de 2008 às 01:59
Encontrei-me aqui,
de onde vim?
nao sei,
nao me interessa.
Vou seguir,
sem olhar para trás!
mas vou levar na memória,
todos os meus amigos
por isso lhe deixo estas simples palavrinhas

Um optimo fim de semana

Abraço amigo

Mario Rodrigues

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