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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2014
Carta de Mary Quant à gente do seu tempo

Demais perdoai-me vós
Pela enorme rispidez.
Meu repúdio atroz
Pela falta de sensatez.


As rameiras de hoje na praia
Fomentam arrogância como jamais vi.
Despojam-se de vestes "biquíni"
Como no tempo de quem veste mini-saia.


E se a ousadia por si não bastasse,
Beijam dois a três no próprio dia
(Às vezes até entre mesmas se avia)
Impávidas permanecem mãe, avó e tia
Como se de tricô à filha se ensinasse.


Dizei-me o que de mal fiz
Ao criar tamanho despropósito
Será destino? Que me diz?
Talvez joguemos-nos antes do total compósito.

publicado por Amor(com)Bateador às 23:37
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Sábado, 14 de Outubro de 2006
Raining

Chove chuva
Chove sem cessar
Chove chuva
Que corre
E percorre
Do rio para o mar
choro chuva
choro sem parar
Choro chuva
Por ainda te amar

Caía chuva
Quando tudo aconteceu
Cai a chuva
Desde que me esqueceu

publicado por Amor(com)Bateador às 18:15
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