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Terça-feira, 7 de Janeiro de 2014
Restelo

Que vida "imundana"
Agora vivenciais.
Gente que do inferno emana
Seus dotes (in)culturais.


Grande a dor
De ver o pudor
Se esvair,
Da vergonha suprimir,
Integridade a decair.


Mentes dementes
Que seus corpos ultrajaram.
Bocas sem sabão,
Que dislate originaram.


Por onde vagueiam as princesas de outrora
Terra de pretéritos cavalheiros se vede agora
Esta em que seres se desnudam
Onde todos criticam, mas nada mudam.


Ávido de difamar essas pestes!
Sedento de quebrar essas vestes!
Querendo esbaforir!
Advertindo no fundo o meu sentir...


Mulher incontida
Que se acha astuta,
Mais depressa é esquecida
Por ser... Diminuta.


A vós homens, que te achais demais
Por terdes com várias, vários finais
E no final senhora em casa ainda esperais.
No próximo verso te acomodais.


Homem comprometido
Que cobiça mulher alheia,
Ou é fementido,
Ou chora de barriga cheia.

publicado por Amor(com)Bateador às 01:35
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Sábado, 3 de Março de 2012
Cidade em pó

Hoje vislumbrei um quadro
De uma cidade a cores
E pareceu-me a preto e branco.
Cidadão que de um adro
Outrora lutava por valores,
Vê-se agora manco

Quadro nada mais que pó,
De céu cinzento.
Garganta que deu nó,
Do homem que perdeu o seu alento.

Ah...Olhar cintilante
Que do brio dessa cidade
Te perdes-te.
Da cidade deslumbrante,
Que aos olhos, tu ardes-te.

Olhar que secou...

Amar que amargurou...

Orgulho que definhou...

Virá agora alguém reconstruir-te.
Perdurarás por mais anos.
Já os olhos que tu seguis-te,
Não deixarão de ter danos...

publicado por Amor(com)Bateador às 15:48
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Quarta-feira, 11 de Outubro de 2006
Fall

Tu eras o sonho da minha sesta,
Da sesta que é a minha vida,
Mas se até o teu amor me falta
Já nada mais me presta.
Pois só o amor de Deus,
Só o amor de Deus me resta.

Oh! Meu pobre coração...
Meu pobre coração que já salta...
Devido à maldita tentação
De ver a minha vida em alta.

Senti que abandonei a ribalta
Desde que te perdi,
Porque o que me faz falta
É ter-te sempre a ti.

E neste poema dir-te-ei
Que muito já esperei
De te ver em meus braços protegida.

Pois já desesperei,
Por ti me desinteressei...
E só te esquecerei,
P'ra seguir um novo rumo na vida.

publicado por Amor(com)Bateador às 15:28
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Terça-feira, 3 de Outubro de 2006
Meu calcanhar de Aquiles...

Ninguém sabe como me dói ...
Ninguém sabe como me mói ...
Aquilo que me fizeste...
Ninguém sabe como me dói ...
Ninguém sabe como me mói ...
Aquilo que me causaste...
Ninguém sabe como me dói ...
Ninguém sabe como me mói ...
Como me magoaste ...
Ninguém sabe como me dói ...
Ninguém sabe como me mói ...
Saber p'lo que me trocaste...
Ninguém sabe como me dói ...
Ninguém sabe como me mói ...
Saber que não tentaste...

Ninguém sabe...

Aquilo...

Ninguém sabe...

Mas eu sei...

publicado por Amor(com)Bateador às 17:20
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