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Quinta-feira, 25 de Setembro de 2014
Impedimento da ambição

Corpo que se contém
A uma mente que pede mais
Dor que com o tempo vem
E clemente, a mente sente
A restrição pelo mais comum dos mortais


Mas que sois vós
Senão mais que uma imposição
De corpos com predisposição
Seguindo-te, meu miolo de noz.


E a quando a carcaça finda
Transcendes sem mágoa, sem relutância
Toldando os vagos sonhos ainda
De uma nova criança


publicado por Amor(com)Bateador às 00:15
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Terça-feira, 7 de Janeiro de 2014
Restelo

Que vida "imundana"
Agora vivenciais.
Gente que do inferno emana
Seus dotes (in)culturais.


Grande a dor
De ver o pudor
Se esvair,
Da vergonha suprimir,
Integridade a decair.


Mentes dementes
Que seus corpos ultrajaram.
Bocas sem sabão,
Que dislate originaram.


Por onde vagueiam as princesas de outrora
Terra de pretéritos cavalheiros se vede agora
Esta em que seres se desnudam
Onde todos criticam, mas nada mudam.


Ávido de difamar essas pestes!
Sedento de quebrar essas vestes!
Querendo esbaforir!
Advertindo no fundo o meu sentir...


Mulher incontida
Que se acha astuta,
Mais depressa é esquecida
Por ser... Diminuta.


A vós homens, que te achais demais
Por terdes com várias, vários finais
E no final senhora em casa ainda esperais.
No próximo verso te acomodais.


Homem comprometido
Que cobiça mulher alheia,
Ou é fementido,
Ou chora de barriga cheia.

publicado por Amor(com)Bateador às 01:35
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Quinta-feira, 5 de Dezembro de 2013
Impacto

Flutuas
Num mar de rosas...
Vida utópica a teu belo prazer,
Entre nuvens pomposas,
Sem nada temer.
Sentes uma brisa,
Que na cara suaviza.
Te imortaliza.
O inatingível nem é limitante.
Do tempo, uma constante.


Mas nem tudo é duradouro.
Abres os olhos!
Gritas mudo de agouro.
A brisa torna vento.
Começas a cair.
A ganhar consciência dos teus actos.
A entristecer de fatalidades.
Instância para rearranjo de prioridades.



Cais e magoas-te.



Contudo,
A pior dor não é a do impacto,
É quando vês quem antes caiu,
A tua base das prioridades,
Está farto de te ver flutuar...


E o tempo urge.

publicado por Amor(com)Bateador às 22:40
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Sábado, 29 de Dezembro de 2012
Ser um Ser

Aquilo que sois
Vem da vida que levais.
Semente que no chão pões
Só dará frutos do que plantais.


Sai de casa, ide à luta!
O bom soldo só provém da labuta!


“Sois homem ou um rato”
Rato não o sou, de facto…
A menos que por assim tomem.


E homem?

publicado por Amor(com)Bateador às 12:32
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Sábado, 3 de Março de 2012
Cidade em pó

Hoje vislumbrei um quadro
De uma cidade a cores
E pareceu-me a preto e branco.
Cidadão que de um adro
Outrora lutava por valores,
Vê-se agora manco

Quadro nada mais que pó,
De céu cinzento.
Garganta que deu nó,
Do homem que perdeu o seu alento.

Ah...Olhar cintilante
Que do brio dessa cidade
Te perdes-te.
Da cidade deslumbrante,
Que aos olhos, tu ardes-te.

Olhar que secou...

Amar que amargurou...

Orgulho que definhou...

Virá agora alguém reconstruir-te.
Perdurarás por mais anos.
Já os olhos que tu seguis-te,
Não deixarão de ter danos...

publicado por Amor(com)Bateador às 15:48
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Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011
Gente Descontente

Irmão,
Erradia a tua confusão.
Salva uma nação.
Está na tua mão,
O poder da solução.

Acabar com a corrupção...

Político é ser raposa.
Dar cunha até à esposa
Do primo que nem sabia da existência.
(Coitado já é demência)
E tu acarretas a paciência
De nem as migalhas comer
Do pão que ajudas-te a cozer.

Político é ser matreiro.
Mata-te a sede com o saleiro
Fazendo campanha
Sabendo toda a manha
Com palavras te entranha
E com esta façanha
Te iludia
Te fantasia
Te ludibria
Ganha fama
Joga-te na lama
E tu achas tudo perfeito
Sendo ele o "Prefeito"
Por ti assim eleito
E no final estamos num estado de direito.

E na Assembleia,
Essa casa mais que cheia
Discutem o passado
Por todos detestado
Sempre contestado
Culpa? Sempre do bolso atestado
Do sempre anterior estado.

Ai povo maltratado...
Que mesmo espezinhado,
Não lutas.
Pergunto-me, de que desfrutas?

Irmão, acorda para a vida!
Cura esta tua ferida,
Mata esta sida.
Não esperes que o façam por ti.

Irmão, acorda para a vida!
Não faças desta uma causa perdida
Arranja uma saída!
E vive, aquilo que nunca vivi.

publicado por Amor(com)Bateador às 16:34
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Quinta-feira, 28 de Dezembro de 2006
(In)Correspondencia do amor

Diga-me, quem ama,
O que não gosta de ser amado.
Só dirá quem tem a chama...
Digo-vos eu que não a tem apagado...

Que me minta
Quem não tem gostado...
Emoliente me sinta
Por estar apaixonado...

Por tudo isso se chama,
O Problema do Amor...

Mal-amado.

Só acredito, só concordo,
Que três seres amem
Sem nada esperar...
Deus nosso criador,
Seu filho, o salvador,
E Uma virgem se foi entregar
E que por mais Maria lhe chamem
Cego de amor, seu nome, já não recordo.

Mulher, que Deus sabe como amo,
Que também se intitula Maria,
Ao seu amor, e a Ele, aclamo,
P'ra que em seus braços acorde um dia.

Mulher emetrope , de feições apenas perfeitas...
Molde único, fez o Criador questão de guardar...
Fenix entre todas as eleitas,
Tuas mãos de fada quero um dia beijar.

Por mais água que beba,
Sentirei sempre sede de te amar...
Por mais vezes que eu seda,
O amor dar-me-á forças para continuar...

Quero contar que te amo,
Antes que o meu coração morra,
De tanto te amar...
Quero contar que te amo,
Antes que o meu coração exploda,
E te vá contar...

Por isso, a vós que amais alerto,
A vós que permanecereis com a chamas acesas,
Vós que p´lo mesmo sentimento tenho por perto,
Empaleçam perante a ironia da minha sorte...

Vivendo num mundo cheio de incertesas,
A única que não tenho é a própria morte.

publicado por Amor(com)Bateador às 17:59
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Terça-feira, 17 de Outubro de 2006
O avesso do meu coração

É difícil fingir uma tristeza
Quando temos o riso estampado
Mas sendo da minha natureza
É fácil encobrir, sem dureza
A tristeza com um sorriso rasgado
Esta é a minha fraqueza
De não querer ser ajudado.

Logo, apresento-me mais em baixo
Quando estou mais eufórico
Sendo um enredo histórico
De fingidos sentimentos,
Múltiplos sofrimentos
Que o sorriso te esconde
Por uma mente que é conde
Para te fazer feliz
Ignorando o coração aprendiz.

Talvez até compensa
Ser o gatilho
Que te faz sorrir
Mas desculpa se não partilho
Da alegria que te fiz sentir
Essa que me faz continuar...
Porque pensa,
Posso fazer-te rir
Querendo apenas chorar.

Para quebrar esta melancolia
Basta um simples abraço
Para quebrar este cansaço
Que a alegria escondia

Mas não um abraço qualquer!
Pois os sofrimentos só serão quebrados
Se a pessoa que o abraço me der
De sofrimentos também padecer
E a mim forem divulgados
Pois só assim, a meu ver
Poderam desaparecer
O que revelo esconder.

Tudo isto na prática
É pura matemática...

publicado por Amor(com)Bateador às 19:48
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Domingo, 15 de Outubro de 2006
A tristeza d'um sorriso

Encontro-me sozinho,
Ao pé de toda a gente...
Sigo um desconhecido caminho,
Sem quaisquer alentos...
Sinto os sentimentos,
Com um coração que não sente...
Rio das piadas que faço,
Para esconder o meu tormento
Com coração que mente,
Como um papel que amaço
Que no lixo é esquecimento.

Não me dê um abraço,

Quem não partilha o seu sofrimento...

publicado por Amor(com)Bateador às 19:43
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Sábado, 14 de Outubro de 2006
Raining

Chove chuva
Chove sem cessar
Chove chuva
Que corre
E percorre
Do rio para o mar
choro chuva
choro sem parar
Choro chuva
Por ainda te amar

Caía chuva
Quando tudo aconteceu
Cai a chuva
Desde que me esqueceu

publicado por Amor(com)Bateador às 18:15
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