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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2014
Carta de Mary Quant à gente do seu tempo

Demais perdoai-me vós
Pela enorme rispidez.
Meu repúdio atroz
Pela falta de sensatez.


As rameiras de hoje na praia
Fomentam arrogância como jamais vi.
Despojam-se de vestes "biquíni"
Como no tempo de quem veste mini-saia.


E se a ousadia por si não bastasse,
Beijam dois a três no próprio dia
(Às vezes até entre mesmas se avia)
Impávidas permanecem mãe, avó e tia
Como se de tricô à filha se ensinasse.


Dizei-me o que de mal fiz
Ao criar tamanho despropósito
Será destino? Que me diz?
Talvez joguemos-nos antes do total compósito.

publicado por Amor(com)Bateador às 23:37
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Quinta-feira, 5 de Dezembro de 2013
Impacto

Flutuas
Num mar de rosas...
Vida utópica a teu belo prazer,
Entre nuvens pomposas,
Sem nada temer.
Sentes uma brisa,
Que na cara suaviza.
Te imortaliza.
O inatingível nem é limitante.
Do tempo, uma constante.


Mas nem tudo é duradouro.
Abres os olhos!
Gritas mudo de agouro.
A brisa torna vento.
Começas a cair.
A ganhar consciência dos teus actos.
A entristecer de fatalidades.
Instância para rearranjo de prioridades.



Cais e magoas-te.



Contudo,
A pior dor não é a do impacto,
É quando vês quem antes caiu,
A tua base das prioridades,
Está farto de te ver flutuar...


E o tempo urge.

publicado por Amor(com)Bateador às 22:40
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Sábado, 3 de Março de 2012
Cidade em pó

Hoje vislumbrei um quadro
De uma cidade a cores
E pareceu-me a preto e branco.
Cidadão que de um adro
Outrora lutava por valores,
Vê-se agora manco

Quadro nada mais que pó,
De céu cinzento.
Garganta que deu nó,
Do homem que perdeu o seu alento.

Ah...Olhar cintilante
Que do brio dessa cidade
Te perdes-te.
Da cidade deslumbrante,
Que aos olhos, tu ardes-te.

Olhar que secou...

Amar que amargurou...

Orgulho que definhou...

Virá agora alguém reconstruir-te.
Perdurarás por mais anos.
Já os olhos que tu seguis-te,
Não deixarão de ter danos...

publicado por Amor(com)Bateador às 15:48
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Domingo, 15 de Outubro de 2006
A tristeza d'um sorriso

Encontro-me sozinho,
Ao pé de toda a gente...
Sigo um desconhecido caminho,
Sem quaisquer alentos...
Sinto os sentimentos,
Com um coração que não sente...
Rio das piadas que faço,
Para esconder o meu tormento
Com coração que mente,
Como um papel que amaço
Que no lixo é esquecimento.

Não me dê um abraço,

Quem não partilha o seu sofrimento...

publicado por Amor(com)Bateador às 19:43
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